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Agente prisional é assassinado a tiros em bairro da periferia de Várzea Grande

O agente prisional Rosenil Pereira Ibanez, conhecido popularmente como Caveirinha foi assassinado a tiros no final da noite de sexta-feira (16), na região do Carrapicho, em Várzea Grande.

De acordo com informações da Polícia Militar, as causas do crime ainda estão apuradas, mas testemunhas contaram que a vítima estava em uma motocicleta quando parou no local para comprar um cigarro. Nesse momento, um homem que usava uma máscara saiu de um matagal e disparou a arma no ex-agente.

Do total de tiros, quatro acertaram Rosenil, sendo três na região da cabeça e um no tórax. Mesmo com ferimentos, a vítima ainda tentou fugir, mas não resistiu e morreu logo após cair em um quintal de uma casa.

Os policiais do 25° Batalhão atenderam a ocorrência e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para prestar socorro. Mas, o óbito foi confirmado.

O caso foi transferido para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Mas, a Polícia Civil adiantou que a vítima tinha passagens por porte ilegal, organização criminosa e crime contra a organização pública.

Condenação 
No ano passado, a juíza da Sétima Vara Contra o Crime Organizado, Selma Arruda, determinou a perda do cargo público do agente e também a condenação de seis anos e três meses de reclusão, sendo parte em regime semiaberto e outra parte em aberto, já que foi pego no flagra tentando entrar com 30 aparelhos de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE). Do total de celulares, 21 eram smartphones e os outros nove eram aparelhos comuns.

Mas, ele acabou sendo recoduzido ao cargo após outra determinação judicial. 

Procurada pela reportagem do GD, a assessoria do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT), afirmou que a vítima estava atuando na área e era sindicalizado. No entanto, a assessoria não soube informar qual penitenciária Caveirinha estava lotado.

Informações de fontes, apontado que ele não conseguiu fixar em nenhuma unidade devido as passagens pela polícia assim como seu envolvimento em drogas.

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