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27/12/2017 às 11:39:59 Enviar Imprimir
Devido chuvas intensas, Prefeito de Poconé decreta situação de emergência

A Prefeitura de Poconé (104 km de Cuiabá) decretou situação de emergência devido aos danos causados pelas fortes chuvas que atingiram a região nos últimos dias.  

Por meio de decreto publicado nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial dos Municípios, o prefeito Tatá Amaral (PR), comunicou que foi registrada a queda de oito pontes e inundação em várias comunidades rurais.

Devido as fortes chuvas que caíram nas últimas semanas, famílias ficaram isoladas e moradores de algumas comunidades rurais estão ilhados, por causa de elevação de nível de água do rio e o desmoronamento de pontes.

"A força das águas causou grandes danos à infraestrutura pública municipal e prejuízos à população que necessita de obras para que sejam retomadas suas atividades de subsistência", diz trecho do decreto.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra), o Governo já tem conhecimento da situação. A assessoria da pasta informou ainda que o secretário Marcelo Duarte Monteiro determinou o início das obras de reparos emergênciais nas pontes.

Confira o decreto da Prefeitura

PREFEITURA MUNICIPAL DECRETO Nº 108/2017 - 21 DE DEZEMBRO DE 2017 DECLARA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA NAS ÁREAS DO MUNICÍPIO AFETADAS POR TEMPESTADE LOCAL/CONVECTIVA - CHUVAS INTENSAS - 1.3.2.1.4, CONFORME IN/MI 02/2016.

O Senhor ATAIL MARQUES DO AMARAL, Prefeito do Município de Poconé, localizado no estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, conferidas pela Lei Orgânica Municipal. considerando – Que a 30 dias iniciou-se o período chuvoso nesta região, se intensificando nos últimos 7 dias, atingindo seu ápice no dia 20 de dezembro com uma chuva de 120mm fazendo com que o nível dos rios da região extravasassem sua calha natural, causando grandes alagamentos, visto que o município se encontra em região pantaneira onde predominam as planícies.

Em virtude dessa característica a força das águas causou grandes danos à infraestrutura pública municipal e prejuízos à população que necessita de obras para que sejam retomadas suas atividades de subsistência. A força das águas destruiu pontes e estradas na zona rural do município, impedindo a trafegabilidade da população rural até sua sede para acessar serviços como comércio, turismo, saúde, educação; sendo cerceado o seu direito de ir e vir.



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