Diego vê transição sem rupturas no governo com Pivetta: Continuidade
Fonte: Da Redação 17/02/2026 ás 14:56:12 468 visualizações

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) acredita que o correligionário e vice-governador Otaviano Pivetta, após assumir o comando do Palácio Paiaguás, não deve implementar mudanças bruscas na administração, que tende a ser uma continuidade da gestão do governador Mauro Mendes (UB) — que deve renunciar ao governo em abril para disputar uma vaga ao Senado.

“Otaviano sempre disse que esse mandato é do governador Mauro. Eu acredito que ele mude muito pouco os nomes, mas pode mudar, talvez, o jeito, a atuação. Assim como numa escrita cada um tem a sua grafia, eu acho que, na política, cada um tem a sua forma de governar, sua forma de agir, sua forma de falar”, opinou o parlamentar.

Nessa linha, ressalta que Mauro possui um jeito mais eloquente de falar e que Pivetta é mais tímido em público. Por outro lado, destaca que o vice-governador possui experiência e competência em gestão — já tendo sido prefeito de Lucas do Rio Verde, além de ajudar Mauro a governar nesses quase oito anos.

“Ele [Pivetta] tem a sua forma de pensar e eu acredito que ele tem alguns planos que, dentro de seis, nove meses ainda dessa gestão, ele coloque em ação, respeitando sempre as políticas que foram previamente estabelecidas pelo Mauro e também aquelas que levaram eles ao segundo mandato, quando pediram o voto em 2022.”

Efeito-eleição

Junto com Mauro, parte do secretariado deve deixar a gestão para concorrer a cargos eletivos. Entre as pastas estratégicas que deverão ficar vagas estão as comandadas por Allan Porto (Educação), Gilberto Figueiredo (Saúde), Cesar Roveri (Segurança Pública) e Allan Kardec (Ciência e Tecnologia).

Questionado se o Republicanos deve indicar nomes para compor a equipe, Diego acredita que não e pondera que Pivetta terá liberdade para escolher as pessoas que considerar mais preparadas para as funções.

“O Otaviano é competente nisso. Ele já foi prefeito por três vezes de Lucas do Rio Verde e, até onde eu sei, nunca escolheu amigos ou pessoas próximas de partido político para colocar em pastas. Sempre escolheu por competência. Eu acredito que essa vai ser a manutenção dele: competência, perfil, pessoa que tem experiência, que já entende da máquina, porque será um curto espaço de tempo, não vai dar para fazer muito teste.”

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